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ìpẹ̀yìndà ati Kristiẹniti(Apostasia-Cristianismo)

ìpẹ̀yìndà ati Kristiẹniti(Apostasia-Cristianismo)

 

 

 

"Tudo me é permitido", mas nem tudo convém. "Tudo me é permitido", mas eu não deixarei que nada me domine. -- 1 Coríntios 6:12 , ]]

 

Eu jamais poderia voltar ser cristão, já que me tornei apóstata(*) justamente pra cultuar o meu Sagrado sem influencia de Roma (Igrejas, imagens católicas, preces, etc.)

 

Então seria hipócrita ficar com um pé em cada muro, cuspir no Jesus Católico e beijar o Jesus que está no altar da Umbanda, já que neguei Cristo e toda sua doutrina justamente pra ser livre de Céu-Inferno-Pecado e outras amarras criadas pelo culto abraãmicos.

 

Seria jogar a fora a influência Libertadora de Nietzsche, Schopenhauer, Aleister Crowley, Maria Stella de Azevedo Santos (Mãe Stella de Oxossi), Juliano, o Apóstata e Fatumbi Verger, pra idolatrar o nazareno de novo.   

 

No meu caso especifico, seria comer no prato cuspido, e como diz na bíblia (que muita gente da própria religião afro não lê, ou lê o que convêm)

“O cão voltar ao seu vômito” (para comê-lo), e mais “A porca lavada volta a revolver-se no lamaçal”.

 

Nietzsche, que me tirou da Igreja e da idolatria de Roma e de seus gessos.

 

Escreveu em seu livro “O Anticristo

 

O cristianismo foi o vampiro do Império Romano.”

 

A “Lei”, a “vontade de Deus”, tudo apenas palavras para as condições sob as quais o sacerdote chega ao poder e o sustenta.

 

 

“O pecado foi inventado para tornar impossível a ciência, a cultura, toda elevação e nobreza do homem; o sacerdote domina mediante a invenção do pecado.”

 

“O sacerdote conhece apenas um grande perigo: a ciência – a sadia noção de causa e efeito.”

 

Quanto às três virtudes cristãs, fé, amor e esperança, eu as denomino três espertezas cristãs.

   

“Nem a moral nem a religião, no cristianismo, têm algum ponto de contato com a realidade. São causas imaginárias (Deus, alma, livre-arbítrio) e efeitos imaginários (pecado, salvação, graça, castigo). Um comércio entre seres imaginários (Deus, espíritos). Um mundo de pura ficção, que falseia, desvaloriza e nega a realidade. ’

 

  E obvio que quando neguei Jesus, tal como Pedro fizera três vezes, ganhei não apenas o ódio implacável dos cristãos, como também dos kardecistas e religiosos de matriz afra sincretista, com suas condenações de “Lei de Retorno”, Lei do Universo, e o tal de Karma, que eu rechaço, por não ser hindu ou de religião bramânica.

 

Não adianta o Kardecismo, Cristianismo, Umbandismo, Hinduísmo, e certas vertentes do Candomblecismo mais sincrético,

Condenarem-me com seus “infernos e punições particulares” (quem sai da “Caverna de Platão”, vira “inimigo” pra quem ficou La dentro.)

 

A constituição me garante liberdade de cultuar ate o diabo, sem precisar maquiá-lo, tirar seus chifre, seus pés de bode, sua cor vermelha e chamá-lo de “guardião.”

 

 

 Mas não toco fogo em igreja, alias tenho ótimas relações com o clero de minha região (seja o protestante ou o Católico)  

E se alguma entidade (caboclo, ou preto-velho, ou outra linha) me falar de Jesus, vou respeitar o direito religioso “dele”, agradecer, e só.

 

 

 

 

Pessoas Citadas na Postagem:

Friedrich Nietzsche, (1844-1900)  filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor  do século XIX, nascido na atual Alemanha.

 Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, filosofia e ciência, exibindo uma predileção por metáfora, ironia e aforismo, foi  ate a morte , critico do  cristianismo.

                                                     ***

Arthur Schopenhauer, (1788-1860) filósofo alemão, autor do livro "O Mundo como Vontade e Representação" (1818), em que ele caracteriza o mundo fenomenal como o produto de uma cega, insaciável e maligna vontade metafísica.

                                                        ***

Aleister Crowley, (1875- 1947) místico, alpinista, jogador de xadrez, poeta, mago, escritor, hedonista, e crítico social criador da Thelema e divulgador do Livro da Lei.

                                                           ***

Mãe Stella de Oxossi, (1925 - 2018) corajosa sacerdotisa que renegou o sincretismo e retirou as imagens de seu altar, e reafricanizou seu terreiro, Ilê Axé Opô Afonjá, apesar das criticas dos sincréticos.

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Juliano, o Apóstata, (331 ou 332 D.C - 363) sobrinho do Imperador Diocleciano, embora batizado, renegou o cristianismo e voltou ao culto de seus ancestrais, infelizmente morreu, sem terminar o processo de Descristianização do Império Romano.

                                                        ***

Pierre Fatumbi Verger, (1902 —1996) fotógrafo autodidata, etnólogo, antropólogo e escritor franco-brasileiro, que assumiu o nome religioso Fatumbi, não fundou templo, mas lançou livros sobre o Candomblé e principalmente o culto tradicional Africano, era Membro do Ilê Axé Opô Afonjá, templo desincretizado de Mãe Stella de Oxossi.

 

  ***

Nota  importante :

*Apóstata: aquele que comete apostasia, isto e, renega totalmente sua Fe anterior, tem o sentido de um afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, uma renúncia de sua anterior fé ou doutrinação. Ao contrário da crença popular, não se refere a um mero desvio ou um afastamento em relação à sua fé e à prática religiosa. Pode manifestar-se abertamente ou de modo oculto.

 Um apóstata, afastado do grupo religioso no qual era membro, pode ser vitima de preconceito, intolerância, difamação e calúnia por parte dos demais membros ativos.

Um caso extremo, é aplicação da pena de morte para apóstatas na religião islâmica em países muçulmanos, como por exemplo, na Arábia Saudita, Irã, e vários outros. 

Sobre  o  Livro  "O  Anticristo"  de  Friedrich Nietzsche:

 https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Anticristo

 

 

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